Neste artigo falaremos sobre um método divertido para emagrecer que é através da dança. Muitas pessoas reclamam de ficar horas e horas em aparelhos nas academias e a dança pode ser um caminho bem lúdico para se divertir na academia.
Vejam esta entrevista sobre este assunto.
Movimentos bem-feitos para emagrecer
O coreógrafo e educador corporal Ivaldo Bertazzo traz, em seu novo livro, ensinamentos e exercícios físicos específicos para você se mexer com harmonia no cotidiano. Isso impada — e muito — na saúde
O que o motivou a escrever esse livro?
Nas últimas três décadas, a cultura corporal passou a ser foco de muitos estudos. Com base em tudo o que aprendemos nesse período, Cérebro Ativo tem a missão de fazer seus leitores entenderem mais sobre o próprio corpo em movimento e, acima de tudo, o que ele pode fazer.
Qual a importância de conhecer o corpo em ação para a saúde?
Desvios e dores de coluna, por exemplo, podem ser resultado de movimentos inadequados. O bruxismo também. É o gesto que molda nossa forma. Os exercícios que proponho no livro, além de fortalecerem os músculos, são idealizados para que cada um compreenda os detalhes do seu organismo, que é diferente do de qualquer outra pessoa. Mas quero deixar claro que o maior causador de desequilíbrio corporal é o sedentarismo. Os esportes ensinam os indivíduos a se movimentarem de forma harmoniosa.
Como aprender mais sobre o próprio corpo?
Lendo o livro [risos]! Na verdade, as atividades físicas para emagrecer rápido em geral, quando bem orientadas, colocam o corpo em situações de instabilidade. Durante a execução de um movimento, ele adota posições únicas, diferentes do simples ato de ficar em pé. Esse estímulo faz com que se busque a estabilidade, melhorando a postura, entre outras coisas.
E qual o significado do título Cérebro Ativo?
É porque a cabeça precisa trabalhar do começo ao fim do movimento. O gesto deve ser pensado para que seja bem-feito. Antes de começar os exercícios propostos, é importante imaginá-los. Depois, preparar-se e, então, executá-los. Por fim, ter coordenação para desacelerá-los. Tudo exige muita reflexão e empenho do cérebro. Se a pessoa trabalha isso, ao longo do tempo o processo se torna natural. Aliás, não é o que dizem de bons atletas? Que parece que eles pensam antes de todo mundo na jogada seguinte? Pois é o que quero para os leitores.
